Empresa que controla Facebook, Instagram e WhatsApp diz que vai monitorar conteúdo sobre eleições

  • 12/05/2022

Segundo a Meta, objetivo é combater fake news; 'centro de monitoramento' será feito no Brasil e nos EUA. Empresa firmou parceria com TSE para atuar contra conteúdo falso. A empresa Meta, que controla as redes sociais Facebook, WhatsApp e Instagram, informou nesta quinta-feira (12) em Brasília que criará um "centro" para monitorar o conteúdo publicado por usuários sobre as eleições deste ano. Segundo a Meta, a medida faz parte de uma série de ações que buscam combater fake news nas redes sociais. As ferramentas têm sido desenvolvidas a partir de uma parceria firmada em fevereiro com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Fachin diz que quem trata da eleição são as 'forças desarmadas'; Brasil ganhou 2 milhões de eleitores entre 16 e 18 anos; Barroso: redes sociais cooperam contra fake news. Segundo a Meta, o "centro de monitoramento" será feito por funcionários da empresa no Brasil e nos Estados Unidos. O modelo já foi testado no Brasil durante as eleições de 2018 e de 2020. Ainda conforme a meta, o centro agirá diante de denúncias de possíveis violações às regras das plataformas. "A integridade das eleições é uma prioridade da Meta. Queremos garantir uma resposta rápida da empresa a qualquer momento emergencial que possa vir a acontecer", afirmou a gerente de Programas de Resposta Estratégica da Meta América Latina, Debs Delbart. O centro, informou a empresa, será formado por especialistas que deverão monitorar, em tempo real, comportamentos de usuários e publicações que representem eventual interferência nas eleições. >> Veja no vídeo abaixo como usar o WhastApp para tirar dúvidas sobre eleições e fake news: Como usar o WhatsApp para tirar dúvidas sobre eleições e fake news Comportamentos 'inautênticos' Ainda durante o anúncio desta quinta-feira, a Meta informou que o foco do centro de monitoramento será combater "comportamentos inautênticos coordenados", isto é, páginas e perfis que escondem a verdadeira identidade dos criadores e, de maneira deliberada, tentam manipular o debate público. Um outro exemplo de atuação do grupo, de acordo com a gerente de Políticas Públicas da Meta Brasil, Monica Guise, será a remoção "célere" de conteúdos que provoquem "supressão de votos". Segundo ela, por exemplo, será monitorada a ação de usuários que publicam panfletos de candidatos com números diferentes dos reais ou até mesmo com a data da eleição alterada. Somente no primeiro turno de 2020, informou a Meta, 140 mil publicações assim foram removidas. Violência Debs Delbart e Monica Guise disseram, ainda, que a Meta irá remover comportamentos que levem à violência durante as eleições. Nos Estados Unidos, em janeiro de 2021, apoiadores de Donald Trump invadiram a sede do Congresso em protesto à vitória de Joe Biden. Na ocasião, cinco pessoas morreram na confusão. "Um cenário de violência é algo que podemos e vamos monitorar dentro do centro de operações. Estaremos atentos a qualquer momento. Sempre que um conteúdo tiver um potencial de gerar danos na vida real, na vida offline, fora da plataforma, uma vez identificado, ele será removido", disse Mônica "A gente aprendeu com eventos passados para aprimorar as nossas respostas", acrescentou Debs Delbart. Instagram e Facebook Outras ações da empresa já têm sido adotadas e devem ser aprimoradas até outubro deste ano. No Instagram e no Facebook, a Meta afirma que adotará: canal de denúncias de publicações, que poderão ser excluídas após análise da Meta; treinamentos para autoridades eleitorais -- regional e nacionalmente – e outros parceiros; rótulo em publicações que falam sobre as eleições, direcionando as pessoas ao site oficial da Justiça Eleitoral; lembretes sobre datas importantes do calendário eleitoral. Também entrará em vigor a política de transparência de anúncios eleitorais, já aplicada desde 2018 e que define que toda publicidade política deve exibir um aviso de que se trata de anúncio. WhatsApp Segundo o chefe da área de Políticas Públicas do WhatsApp, Dario Durigan, a plataforma quer privilegiar "mensagens originais". Desde 2018, a plataforma tem adotado medidas que reduziram o alcance de mensagens encaminhadas. O combate aos disparos em massa, segundo Durigan, será automatizado, com ferramentas que vão identificar um uso automatizado do perfil. Durigan afirma que 75% das contas classificadas dessa forma são excluídas automaticamente. Dario Durigan afirmou também que a plataforma planeja criar treinamentos e eventos com as autoridades eleitorais. Ele disse que pretende falar com os partidos e políticos e com as campanhas presidenciais. Rótulo de informação falsa Conforme a Meta, as publicações poderão receber um rótulo de informação falsa. Isso, segundo Mônica Guise, deve contribuir para a redução do alcance da publicação. Ainda de acordo com Monica, a Meta não fará moderação de discursos de candidatos. "É o discurso mais escrutinizado. A gente acha que é importante o eleitor saber o que o seu candidato pensa", afirmou.

FONTE: https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2022/noticia/2022/05/12/empresa-que-controla-facebook-instagram-e-whatsapp-diz-que-vai-monitorar-conteudo-sobre-eleicoes.ghtml

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